quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Teté

Etevaldo Gomes Silva
De apelido Teté
Também chamado de Baiano
Ponto fraco, as mulé

Pegava a dele e as dos outros

E a cornaiada braba
Por vingança se ajuntava
Pois queriam o seu pescoço

Em lugar nenhum parava
Sempre estava fugitivo
As notícia que chegava
É que meu pai tinha morrido

Um dia veio o corretivo

As notícia era falsa
O velho cheio de graça
Ainda continuava vivo

Homenagem ao meu pai, Teté.

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